Conto emo sobre solidão intensa: quando o mundo parece distante demais
Conto emo sobre solidão intensa: quando o mundo parece distante demais. Ela caminhava pela cidade como se estivesse em outro plano. Pessoas passavam apressadas, vozes se misturavam em ruídos que não a alcançavam, e cada olhar parecia atravessar sua pele sem realmente vê-la. A solidão não era apenas física; era algo que morava dentro dela, um frio constante que nenhuma companhia conseguia aquecer. Ao entrar em casa, jogou a bolsa sobre a cama e sentou-se no chão. Olhou ao redor e não reconheceu nada. As paredes eram testemunhas silenciosas de dias que passavam iguais, de conversas que não existiam, de presenças que nunca permaneceram. Ela percebeu que a solidão não é a ausência de pessoas, mas a ausência de conexão real — aquela que toca, entende e permanece, mesmo em silêncio. Durante horas, refletiu sobre o próprio isolamento: como criar vínculos quando o mundo parece indiferente? Como sorrir quando o riso não ecoa em ninguém? E então, no silêncio absoluto, percebeu uma c...